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Hi there! I’m a bike messenger by day, aspiring actor by night, and this is my website. I live in Los Angeles, have a great dog named Jack, and I like piña coladas. (And gettin’ caught in the rain.)

…or something like this:

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Plano de formação 2026

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2026 / 040 / 06-ACD Conectando pessoas com a Natureza

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 17-06-2026Convento da Arrábida, Setúbal, Azeitão

Comunidade educativa e comunidade em geral.

Mais informações em:

www.kevolution.org

Ação comparticipada pelos formandos
 

Este workshop está inserido num programa co-construído de Educação para a Paz e Desenvolvimento Sustentável, uma parceria entre o Clube UNESCO Associação The K-Evolution(KE) e o clube UNESCO – MOA – Educação Artística e Cultural pela Paz.

Muitas pessoas têm perdido a conexão com a Natureza e a busca de propósito, restaurar ecossistemas e proteger a casa comum é um dos grandes desafios que temos de percorrer nesta década. A degradação do nosso sistema de suporte de vida- nosso ecossistema planetário- deixa a raça humana vulnerável.

Segundo o biólogo americano E.O.Wilson, os seres humanos têm uma necessidade biológica de ligação com a natureza, termo designado de biofilia. Segundo este, estamos “programados” para nos afiliarmos ao mundo natural e do mesmo modo que colhemos benefícios de estarmos nele, também a nossa saúde sofre quando nos separamos dele.

As plantas são a fonte de mais de 80% dos produtos utilizados no tratamento de algumas das doenças humanas mais comuns, como o cancro e as doenças cardiovasculares, enquanto muitos outros tratamentos se inspiram na natureza (Fabricant & Farnsworth, 2001). As atividades baseadas na natureza (tais como atividades de conservação, hortas/jardins comunitários e exercícios ao ar livre, como passeios na natureza) podem ser proporcionadas através da prescrição social, juntamente com conselhos práticos e apoio. Os benefícios podem advir do aumento da atividade física, da redução do stress, do apoio mútuo entre pares, da aquisição de novas competências, de um sentido de propósito ou do desenvolvimento de uma relação com a natureza (Fullam et al., 2021).

Existem já instituições médicas que, tendo percebido a eficácia terapêutica da flor e da jardinagem, aplicam-nas aos seus doentes. Estas terapias ocupacionais promovem a saúde integral, surtindo um efeito relaxante e diminuindo a sensação de fadiga.

Paralelamente, segundo MOA International, a natureza tem o poder de influenciar emocionalmente e sacudir o sentimento que se encontra na parte mais profunda de nosso ser. Quando o sentimento está repleto de emoção inconsciente, a própria pessoa transforma-se num ser vitalizado, cheio de uma forte vontade de viver.

Com base em todos estes dados, cabe-nos a nós perguntar, como se faz então essa conexão com a Natureza, de uma forma mais profunda. Este questionamento leva-nos ao oriente… para além da natureza! Isamu Kurtita, no seu livro “A Flower Journey” partilha o seguinte pensamento: “No ocidente, as pessoas olham para as flores, na Ásia, vivem com elas.” Esta frase mostra em si a existência de uma grande diferença sobre a forma de encarar a natureza entre o orientais e ocidentais.

Comungando com o mesmo objetivo do Museu do Oriente, onde este realça “A criação de vínculos entre as civilizações do Ocidente e do Oriente, tornaram-se indispensáveis para garantir um futuro de paz no século XXI.”, queremos trazer uma parte da cultura japonesa – Shinrin-yoku e Ikebana – para que pessoas do mundo ocidental consigam conectar-se com a Natureza de uma forma mais imersiva.

A prática na vida diária de arranjos florais é, na verdade, o exercício dum tratamento preventivo de valor inestimável. Esta prática e experiência ensina-nos a maneira de ver a natureza, aprimora a forma ver e apreciar as flores cultivando um coração que respeita a natureza, que respeita uns aos outros, promovendo a compaixão, a gratidão e a ética.

Para a cultura japonesa, esta belíssima arte, é uma forma de se conectar com a natureza e sentir-se parte dela.

Relativamente ao Shinrin-yoku (terapia da floresta), podemos observar os efeitos que a natureza tem sobre a saúde. Através da experiência de passar tempo em espaços verdes (floresta, bosque, parque), os sistema nervoso simpático contem-se, permitindo que se ative o sistema parassimpático que proporciona o relaxamento, eliminando o stress. Por isso, diz-se que a terapia da floresta é muito eficaz na promoção da saúde, promovendo um efeito tranquilizador e melhorando o sistema imunitário. De acordo com o exposto, o sistema nervoso simpático trabalha em situações stressantes tais como momentos de preocupação, medo e raiva, enquanto o sistema nervoso parassimpático atua quando se está em estado de repouso e relaxamento, sendo a reparação do corpo a sua função principal. Trata-se de trazer a natureza para a vida quotidiana em benefício do bem-estar mental e físico. Em certas culturas, o envolvimento com a natureza é ancestral e espiritual.

Como resultados deste workshop o participante irá desenvolver a sua capacidade de expressar as suas emoções sobre a beleza, o poder e a diversidade do mundo natural; avaliar a sua própria conexão com a natureza quanto aos impactos no seu conforto físico, emocional e social; e reconhecer que o envolvimento com a natureza é necessário para a saúde e o bem-estar dos seres humanos.

Experimentar a natureza conscientemente por meio dos sentidos e perceber a sua função de: tornar a vida melhor; corrigir a relação da humanidade com a natureza; cultivar a sensibilidade à natureza e à biodiversidade para a vida atual e futura são alguns dos resultados de aprendizagem que são importantes para reforçarmos o envolvimento da humanidade com a Natureza e que estão implícitos nas orientações da Educação para o Desenvolvimento Sustentável centrada no currículo verde e na aprendizagem e ensino para ação climática, EDS 2030, inserindo-se num dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4) no âmbito da Agenda Internacional da ONU.

Existe uma emergência de Transformarmos o Nosso Mundo, e a Educação através da abordagem de Educação para a Paz e Desenvolvimento Sustentável (EDS) é catalisadora dessa mudança.

Objetivos

• Partilhar o conhecimento das práticas e experiência de ligação com a Natureza da cultura oriental para uma cultura ocidental, potenciando a harmonia entre o Oriente e Ocidente.

• Melhorar a saúde e bem-estar (estado de ânimo, empatia, concentração-atenção, autoestima, reduzir ansiedade, criar resiliência)

• Melhorar as relações interpessoais e coesão social

• Reconectar-se com a Natureza 

#2026 / 040 / 06-ACD
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Alexandra Maria Silva
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2026 / 038 / 06-ACD Educação Física no 1º Ciclo – Um compromisso social e educativo

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 11-06-2026Escola Secundária Du Bocage

Professores do Ensino Básico e Secundário e Educadores de Infância

Consagrada na Declaração Universal dos Direitos da Criança (art. 7º) o direito a brincar e a praticar atividades recreativas alinhadas com os objetivos da educação exige uma particular atenção da sociedade.

De forma coerente, o “brincar” no pré-escolar e a “Educação Física” no ensino obrigatório asseguram oportunidades de desenvolvimento de um conjunto de habilidades, conhecimento e atitudes absolutamente vitais ao exercício de uma cidadania responsável, ativa e saudável. Não obstante as repercussões dessa intervenção formativa no plano social, emocional e motor das crianças e dos jovens, nem sempre a sua importância é compreendida e refletida nas decisões das escolas e dos seus profissionais.

A presente ACD visa mobilizar os diferentes agentes educativos, em particular Diretores de Agrupamentos de Escolas, professores do 1º Ciclo e professores de Educação Física para uma discussão informada sobre os desafios colocados no âmbito do artigo 163º da Lei do Orçamento Geral do Estado (Lei n.º 73-A/2025) – obrigatoriedade de implementação da disciplina de Educação Física no 1.º ciclo do Ensino Básico

Objetivos:

·         Divulgar as reais condições de funcionamento da EF no 1º ciclo

·         Dar a conhecer o artº 163º da Lei n.º 73-A/2025 e as oportunidades de posicionamento das escolas e dos profissionais

·         Partilhar soluções de desenvolvimento da EF no contexto atual

·         Promover o envolvimento dos GEF (Grupos de EF) na discussão/reflexão pedagógica das escolas

#2026 / 038 / 06-ACD
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António Pedro Duarte
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2026 / 034 / 05-ACD II Edição Jornadas do Futuro – Biodiversidade

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 30-05-2026Casa da Baía, Setúbal

Pessoal Docente e não docente, Formadores e Investigadores, Pais e encarregados de educação, Público Geral

Num contexto marcado por desafios ambientais crescentes e pela necessidade de promover uma educação para a sustentabilidade, a temática da biodiversidade assume um papel central no desenvolvimento de competências-chave nos alunos, nomeadamente ao nível da cidadania, pensamento crítico e consciência ambiental.

As Jornadas do Futuro – Biodiversidade constituem uma oportunidade de atualização científica e pedagógica para docentes, permitindo o contacto com abordagens interdisciplinares que articulam ambiente, território, inovação e comunidade.

A ação promove a reflexão sobre o papel da sociedade na sensibilização para a preservação da biodiversidade e no desenvolvimento de práticas educativas alinhadas com os referenciais de Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

A participação nesta ação contribui para o enriquecimento das práticas pedagógicas, fornecendo aos profissionais da educação novas perspetivas, exemplos concretos e estratégias que podem ser integradas em contexto educativo formal e não formal, potenciando a educação para a cidadania ativa e responsável.

Objetivos:

· Promover a atualização de conhecimentos na área da biodiversidade, sustentabilidade e regeneração ambiental;

· Refletir sobre a importância da biodiversidade enquanto elemento estruturante do equilíbrio entre território, comunidades e desenvolvimento;

· Explorar abordagens interdisciplinares que integrem ambiente, inovação e impacto social no contexto educativo;

· Sensibilizar para o papel dos docentes na promoção da educação ambiental e da cidadania ativa;

· Incentivar a partilha de boas práticas e experiências entre profissionais de diferentes áreas;

· Estimular a integração de metodologias e conteúdos relacionados com a sustentabilidade nos processos de ensino-aprendizagem;

· Promover a ligação entre escola, comunidade e território na construção de respostas sustentáveis e colaborativas.

Programa temático da ação:

15h00 – Sessão de Abertura e Apresentação dos Prémios António dos Reis 2026

15h30 – Keynote Arrábida

Um Território Vivo para Pensar o Futuro da Biodiversidade

Da riqueza local aos desafios globais: regenerar, proteger e transformar o nosso futuro comum

16h30 – Mesa Redonda

Natureza, Inovação e Impacto: Redesenhar o Futuro a partir da Biodiversidade

Biodiversidade em Ação: Como alinhar Território, Economia e Comunidades?

18h00 – Encerramento

#2026 / 034 / 05-ACD
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2026 / 029 / 04-ACD Palestra: Repressão e Vivências no Portugal Amordaçado (1930-1974)

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 23-05-2026Escola Secudária Sebastião da Gama

Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

A análise do período do Estado Novo exige um olhar atento sobre os mecanismos de repressão que sustentaram a Ditadura durante décadas. Para compreender este “Portugal amordaçado”, é fundamental cruzar a história política com as questões de género, visibilizando o papel das mulheres na luta clandestina, e com o impacto do racismo estrutural e da violência colonial, aspetos centrais na manutenção do regime tanto na metrópole como nos territórios ultramarinos.
 
No próximo dia 23 de maio, o Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama acolhe a palestra intitulada “Repressão e Vivências no Portugal amordaçado (1930-1974)”. A iniciativa está integrada numa ação de formação de professores e propõe uma reflexão sobre diferentes perspetivas da resistência e do controlo social durante o regime ditatorial português.
 
O programa do evento divide-se em três comunicações especializadas:
O inquérito criminal à atuação da PIDE/DGS em Moçambique: A Dr.ª Maria José Oliveira apresentará uma análise sobre a “Comissão de Verdade” ignorada durante 50 anos, focando-se na investigação documental da polícia política em contexto colonial.
 
Os portugueses na 2.ª Guerra Mundial: A Dr.ª Ana Luísa Rodrigues abordará a vivência e o posicionamento dos portugueses perante o conflito global.
 
Mulheres na resistência à ditadura em Setúbal: O Dr. Diogo Ferreira dedicará a sua intervenção ao papel das mulheres na luta local contra o regime, destacando figuras e movimentos de resistência na região de Setúbal.

 

#2026 / 029 / 04-ACD
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Alberto Manuel Lopes
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2026 / 011 / 05-ACD O trabalho a desenvolver nas escolas no quadro do Regime Geral da Prevenção de Corrupção

Ação de curta duração | E-learning

6 horas 20-05-2026 a 21-05-2026Online

Docentes e não docentes

No exercício de funções públicas, o respeito pelas normas legais em vigor, que balizam as relações laborais, é cada vez mais uma exigência num Estado de Direito. Neste sentido, assume especial relevância a formação contínua ministrada pelos Centros de Formação para o pessoal docente, potenciando a qualificação dos recursos humanos e o cumprimento de obrigações funcionais, prevenindo desconformidades legais e melhorando a qualidade global do serviço público prestado aos cidadãos.

O conhecimento, por parte dos profissionais da educação, do Regime Geral da Prevenção da Corrupção, potencia uma maior exigência de conformidade legal no seu trabalho, bem como na prevenção da prática de crimes no exercício de funções públicas, além de tornar as organizações mais eficientes. Por outro lado, a conformidade legal amplia a eficiência dos trabalhadores e aumenta a confiança dos cidadãos nas instituições públicas. 

Com a presente ação de formação de curta duração pretende-se proporcionar aos diretores, subdiretores, adjuntos, presidentes do conselho geral e coordenadores, uma abordagem das implicações do novo Regime Geral da Prevenção da Corrupção no âmbito das suas obrigações legais.

 

O conhecimento dos deveres profissionais promove o seu cumprimento e o conhecimento de tipos legais dos crimes que poderão ser cometidos no exercício de funções públicas irá contribuir para a prevenção da sua prática, bem como para a sua denúncia.

 

Objetivos

● Promover a capacitação de pessoal docente para responder às exigências das suas atribuições, no quadro legal da prevenção da corrupção.

● Prevenir a prática de crimes e de infrações disciplinares no exercício de funções públicas.

● Identificar factos passíveis de constituírem crimes cometidos no exercício de funções públicas.

● Desenvolver capacidades reflexivas e críticas que conduzam à adoção de práticas legais na interação com diferentes públicos.

● Dinamizar uma cultura de responsabilidade disciplinar, civil e criminal, a fim de melhorar o desempenho profissional.

● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas.

● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.

#2026 / 011 / 05-ACD
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João Carlos Luís
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2026 / 031 / 05-ACD Palestra: O 25 de abril numa perspetiva nacional e local. O caso de Setúbal

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 16-05-2026Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

A Revolução, ocorrida em abril de 1974, exige uma reflexão pedagógica que transcenda a narrativa oficial nacional, permitindo aos alunos compreenderem o impacto da Revolução de Abril no seu quotidiano. Setúbal foi um dos centros vitais da resistência ao Estado Novo e da implementação das primeiras conquistas democráticas na região. Esta ACD é fundamental para dotar os docentes de ferramentas que liguem a História Nacional às vivências locais, tornando a aprendizagem mais significativa e próxima da realidade dos alunos

A ação tem como objetivo consciencializar para o significado da Revolução de 25 de Abril de 1974 e suas implicações políticas e sociais no desenvolvimento do país. A justa aspiração de liberdade marcou a vida de várias gerações, sobretudo daqueles cujo envolvimento exigiram sacrifícios pessoais muito significativos, indispensáveis para a implementação e consolidação da democracia. Um investimento que exige redobrada atenção à preservação da memória histórica, política e social das novas gerações, cujo desconhecimento limita o exercício da cidadania plena e o crescimento de correntes populistas.

Esta iniciativa integra dimensões de abordagem nacional e local, desde logo a partir de testemunhos vivos e contextualizados de intervenientes do processo revolucionário e de reconhecidos investigadores 

Oradores convidados

  • Comandante Alcindo Ferreira –Capitão de abril. Testemunho de um militar da Armada
  • Dr. º Albérico Afonso Costa – Setúbal, cidade vermelha. Os caminhos da revolução na cidade de Setúbal.
  • Dr.ª Luísa Tiago – A Revolução e a Cultura. As campanhas de dinamização cultural no concelho de Setúbal.

#2026 / 031 / 05-ACD
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2026 / 033 / 05-CURS O potencial didático da Escalada Desportiva

Curso de Formação | Presencial

25 horas 15-05-2026 a 23-05-2026Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago

Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620

De acordo com a tendência geral da população mundial, verifica-se cada vez mais a procura de atividades de ar livre e de contato direto com a Natureza. Assim, a necessidade e a curiosidade de atingir locais de difícil acesso e explorar montanhas de relevo imponente obrigaram o Homem a desenvolver técnicas e equipamentos que viabilizassem esses intentos. Sendo o Montanhismo uma das modalidades constituintes dos programas curriculares de Educação Física, procura-se através da modalidade Escalada proporcionar uma prática desportiva alternativa e, por outro lado, dinamizar ações motoras distintas das convencionais.

No que respeita ao ensino, pretende-se: Formação contínua dos Docentes (atualização e aperfeiçoamento científico e/ou melhoria das práticas de ensino aprendizagem, seja por efeitos de actualização ou aperfeiçomento das didácticas específicas);Desenvolvimento dos conteúdos programáticos das matérias alternativas;Existência de grupo/equipa de Desporto Escolar de Multiatividades de Ar Livre ou Escalada Desportiva;Interesse manifestado pelos alunos das escolas nas atividades de outdoor; Inovação das técnicas/procedimentos e equipamentos utilizados para a prática dos Desportos de Aventura.

Objetivos: 

Conhecer técnicas de ascensão em segurança;

Conhecer equipamentos adequados à prática;

Avaliar os riscos e tomar medidas para minimizar os mesmos;

Dinamizar uma aula de Educação Física abordando os conteúdos da escalada;

Aplicar uma Unidade Didática da modalidade escalada;

Executar corretamente os nós utilizados na escalada;Conhecer técnicas de descida;

Executar autossegurança;Executar escalada à frente (como 1.º de cordada).

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de [[PublicoAlvo]] ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-136906/25
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Pedro Nuno Matos
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2026 / 039 / 04-ESTG O Desenvolvimento de competências pedagógicas, sustentadas na prática docente

Círculo de estudos | Presencial

25 horas 14-05-2026 a 02-06-2026Escola Básica da Boa Água

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

A adoção do Perfil dos Alunos à Saída da Escola Obrigatória (PASEO) (Martins, Gomes et al. 2017), das Aprendizagens Essenciais (AE) e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania – colocaram desafios particularmente ambiciosos ao sistema de educação português. Insistindo nas condições de sucesso de todos os alunos, a necessidade de integração de conhecimentos, habilidades e atitudes (OECD 2005, Hattie 2009) em atividades motivadoras, com uma forte componente experimental (Barron and Darling-Hammond 2008, Saavedra, Liu et al. February 2021) e protagonizadas pelos alunos (Dewey 1916, Doyle 2006) ocupa, hoje, um lugar central nas decisões das escolas e dos professores. Apesar do contributo da formação contínua de professores, a sua natureza episódica (one-shot) e a falta de acompanhamento na implementação das aprendizagens realizadas (follow-up) estão entre os fatores que limitam a inovação (Ingvarson, Meiers et al. 2005, Parr, Timperley et al. 2007, Desimone 2009, Caena 2011). O estágio agora proposto constitui uma singular oportunidade profissional de imersão num contexto educativo reconhecido pelo caráter inovador (Agrupamento de Escolas Boa-Água). Complexo, o desenvolvimento profissional encontra no estágio uma intensa oportunidade de análise e discussão critica do ensino e dos processos de decisão que determinam as oportunidades de aprendizagem dos alunos {Doyle, 1984 #2517;Doyle, 2006 #396}. Indutor de uma reconceptualização dos papéis do professor e do aluno, do ensino e do currículo {Connelly, 1985 #4520;Onofre, 2005 #1360}, o estágio projeta-se nas condições de colaboração profissional {Patton, 2017 #4682} e inovação pedagógica nas escolas de origem dos formandos {Elbaz, 1983 #1152;Connelly, 1985 #4520}.

Objetivos:

Espera-se que, no fim do estágio, os formandos consigam

1 – Evidenciar consciência do caráter sistémico das variáveis que influenciam a aprendizagem e o desempenho dos alunos

2 – Compreender o significado da colaboração profissional docente para a qualificação das escolas e do serviço educativo que prestam

3 – Criticar e adaptar as aprendizagens realizadas à sua realidade profissional

4 – Compreender, discutir, planear e justificar as suas opções pedagógicas respeitando os princípios do Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e as Aprendizagens Essenciais.

5 – Selecionar e mobilizar técnicas e métodos de ensino motivadores e desafiantes em função das dificuldades dos diferentes alunos

6 – Integrar recursos tecnológicos no ensino, estimulando a sua utilização dentro e fora da sala de aula.

#CCPFC/ACC-139550/26
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2026 / 016 / 04-CURS Portugal em transe: Os anos da revolução: 1974-1976. Abordagem pedagógica dos valores democráticos

Curso de Formação | Presencial

25 horas 13-05-2026 a 17-07-2026Agrupamento de Escolas Lima de Freitas

Professores dos grupos 200 e 400

A ação de formação a implementar tem o propósito de consciencializar professores e os jovens acerca do significado da Revolução de 25 de Abril de 1974 e da sua importância na história contemporânea do país e do mundo. A justa aspiração de liberdade marcou a vida de várias gerações de compatriotas nossos e impeliu os mais motivados para diversas formas de luta, algumas das quais implicaram dolorosos sacrifícios. Esses sacrifícios permitiram, em parte, que há cinco décadas várias gerações têm lidado com a liberdade como um facto adquirido e imutável. O seu afastamento à realidade exige, hoje, uma particular atenção ao papel de cada um na preservação da liberdade. Importa, pois que a escola assuma o deliberado envolvimento dos jovens em atividades significativas sujeitando-as à discussão e à reflexão crítica partilhada, capaz consciencializar para as condições de vida das populações em diferentes épocas históricas e assegurar o contributo individual na construção e preservação da democracia

A ação tem integrada duas Palestras com convidados abertas ao público geral 

Conteúdos da Ação:

A ação visa chamar a atenção para o carácter interdisciplinar do tema proposto,mobilizando conteúdos e práticas de sala de aula suscetíveis de uma abordagem interdisciplinar.

Enfatizando a importância de momentos e episódios históricos marcantes do último século, centra-se nos resultados da investigação desenvolvida nos últimos 50 anos, sobretudo os de natureza política, económica e social cuja sucessão explicam o estabelecimento e a consolidação do regime democrático. 

Desde logo destaca-se a variedade temática dos estudos desenvolvidos que abriram novas perspetivas de análise que ultrapassaram as abordagens de teor marxista e, em certos casos, as perspetivas «utópicas» centradas numa narrativa idealizada de um projeto revolucionário para Portugal que, em muitos casos, não se realizou

A viragem epistemológica das novas abordagens centrou-se no individual, no sujeito concreto que tomou a opção de se opor à Ditadura. Emergem do passado com testemunhos na 1.ª pessoa, resgatados dos arquivos ou testemunhos orais, daqueles que por exemplo  passaram a fronteira a salto, fugindo em comboios vigiados e barcos improvisados, daqueles cujo estatuto seria condená-los a um silêncio anónimo, assolados pela tortura e racismo da PIDE/DGS em Moçambique, mas cuja memória foi possível recuperar graças ao trabalho realizado por uma Comissão para investigar os crimes da polícia política entre 1964 e 74. Por último, o legado colonialista e discurso racista que o mesmo produziu, amplamente valorizado no contexto do Estado Novo. A atual historiografia pretende levantar o véu sobre uma história silenciada, interpelando as gerações do presente e do futuro sobre a História Negra em Portugal (Roldão, C., Pereira, J. A., & Varela, P, 2023)

 

•Linhas de gerais da evolução política, económica e social de Portugal (1974-1976).

•Movimentos sociais, políticos e culturais dos séculos XIX e XX.

•O 25 de abril numa perspetiva nacional e local. O caso de Setúbal.

•A importância dos partidos políticos no processo de implementação da democracia. As eleições e a constituição de 1976. 

•A condição jurídica da mulher no Estado.  

•Análise e discussão de trabalhos e testemunhos vivos sobre a transição portuguesa para a democracia de acordo com as seguintes temáticas:

•Memórias da emigração (1960- 1970)

•A ação da PIDE nas ex-colónias portuguesas: o exemplo de Moçambique

•Memória, justiça histórica e combate ao racismo estrutural em Portugal

•Operacionalização das Aprendizagens Essenciais referentes ao Estado Novo e a Revolução. Construção de Guiões didático-pedagógicos (1º e 2º ciclos do Ensino Básico): «25 de Abril de 1974 Aprender com a Revolução dos Cravos». 

•Operacionalização das Aprendizagens Essenciais referentes ao Estado Novo e a Revolução. Partilha e discussão de projetos desenvolvidos nas escolas sobre o 25 de abril.

•Operacionalização das Aprendizagens Essenciais referentes ao Estado Novo e a Revolução. Divulgação de recursos pedagógicos referentes à temática do Estado Novo e do 25 de abril.

Objetivos:

-Promover o conhecimento e a memória da Revolução;

-Aprofundar a compreensão da liberdade e da democracia como valores essenciais;

-Incentivar o pensamento crítico e a cidadania ativa, e a importância da educação na construção de uma sociedade mais justa;

-Promover o desenvolvimento de competências para uma cultura democrática;

-Divulgar a história da revolução portuguesa.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200 e 400 ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-138764/26
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Alberto Manuel Lopes
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2026 / 030 / 05-CURS A Inteligência Artificial Generativa (IAGen) aplicada ao ensino e aprendizagem

Curso de Formação | E-learning

25 horas 12-05-2026 a 09-06-2026Plataforma zoom e moodle

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Desde novembro de 2022, altura em que surgiu a versão 3.5 do ChatGPT, que instituições de ensino de todo o mundo tentam perceber as profundas implicações que esta nova ferramenta de Inteligência Artificial (IA) está a trazer para todo o processo de ensino e aprendizagem. Professores, alunos e instituições estão assustados e começam por criar regras de limitação e proibição sem se terem apercebido do seu real potencial. Esse deverá ser o caminho.

A introdução de conceitos de IA numa fase inicial pode ajudar a desmistificar a tecnologia e a aliviar receios ou suposições infundadas. 

Os docentes devem aprender princípios fundamentais como o funcionamento das aplicações com IA.

Também é essencial discutir considerações éticas sobre preconceitos, transparência e responsabilidade. Os alunos precisam pensar de forma crítica sobre como a IA deve ou não ser utilizada para uma sociedade mais equitativa com oportunidades de acesso universal. 

Para além destes pressupostos mais conceptuais, a experiência prática de trabalhar com modelos e ferramentas de IA vai permitir aos professores que se tornem criadores, e não apenas consumidores, de tecnologia de IA. 

As actividades de preparação de materiais de estudo diferenciados (tendo em conta os diferentes tipos de alunos) a organização de sequências de trabalho e a construção de outros projectos que envolvem o desenvolvimento ou a interação com sistemas de IA, são atividades que hoje passaram a ser efetuadas com mais qualidade e maior rapidez graças a esta nova ferramenta.

Os professores e alunos devidamente equipados com estas ferramentas de IA conseguem com maior sucesso minimizar a desinformação e fomentar a sensibilidade ética, moldando assim o impacto da IA no seu futuro.

Objetivos:

Compreender os conceitos básicos de IA, seus benefícios e desafios para a educação e a sociedade.

Explorar as aplicações e as potencialidades da IA para melhorar as práticas de ensino e aprendizagem, personalizar o currículo e apoiar a inclusão e a equidade.

Desenvolver competências e valores humanos essenciais para interagir com a IA de forma crítica, criativa e ética, tais como pensamento computacional, resolução de problemas, colaboração e cidadania digital.

Experimentar ferramentas e recursos de IA para criar projetos educativos inovadores e significativos, envolvendo os alunos em atividades de aprendizagem baseadas em jogos, simulações e narrativas.

Refletir sobre as implicações éticas, legais e sociais da IA na educação e na vida, e promover o diálogo e a participação dos alunos e das comunidades escolares nessas questões.

Avaliar o impacto da IA na educação e no futuro do trabalho, e identificar as oportunidades e os desafios para o desenvolvimento profissional dos professores e a transformação dos sistemas educativos.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-135161/25
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Luis Filipe Pitta
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2026 / 035 / 05-ACD Articulação Curricular Vertical: Caminhos e Desafios

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 11-05-2026Escola Secundária de Palmela

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

Esta ação pretende promover a melhoria sustentada da prática letiva e resultados, através da implementação de mecanismos de regulação entre pares, trabalho colaborativo e observação mútua de aulas, centrados na reflexão sobre metodologias de ensino e aprendizagem garantindo a  sequencialidade das aprendizagens e a eliminação das ruturas entre ciclos

Objetivos:

-Fomentar a articulação vertical entre docentes dos anos de transição de níveis/ciclos (EPE/1º; 4º/5º, 6º/7º e 9º 10ºanos);

-Desenvolver práticas colaborativas de planeamento, realização e avaliação da prática letiva entre pares A presente proposta visa garantir a sequencialidade das aprendizagens e a eliminação das ruturas entre ciclos

#2026 / 035 / 05-ACD
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Nádia Diogo Ferreira
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2026 / 032 / 05-CURS Inteligência Emocional na Educação – da teoria à prática

Curso de Formação | B-Learning

26 horas 11-05-2026 a 08-06-2026Agrupamento de Escolas Lima de Freitas e Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

A Inteligência Emocional (IE) é uma das áreas mais importantes do nosso desenvolvimento, pois é através dela que nos permitimos conhecer a nós mesmos e a quem nos rodeia! Pois é através dela que desenvolvemos a melhor versão de nós mesmos e que nos permitimos conquistar o mundo! Pois é através dela que melhoramos o relacionamento connosco mesmos e com os outros! Pois é através dela que ficamos mais disponíveis para aprender! Pois é através dela que conseguimos resolver os problemas e os desafios que nos surgem, assim como os conflitos! Pois é através dela que alcançamos maior bem-estar pessoal e social!

A formação pretende sustentar-se na base humanista da construção do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. Pretende criar condições para fazer emergir a inteligência emocional no contexto educativo, tendo o professor como elemento de referência. Assim, a ação permitirá partir dos princípios, valores e áreas de competência preconizados, disponibilizando ao professor ferramentas que promovam o potencial de cada aluno, para que se construa e sedimente como um todo.

Objetivos:

1. Proporcionar aos professores oportunidade de debate e esclarecimento sobre qual a mensagem que nos traz o comportamento do aluno;

2. Desenvolver conceitos relacionados com Inteligência Emocional e Necessidades da Infância/adolescência;

3. Impactar no contexto escolar, através do adulto de referência enquanto veículo promotor:

a. Da diminuição da agressividade e dos comportamentos de risco/disruptivos em contexto escolar; b. Do aumento do sucesso escolar; c. Da diminuição da indisciplina, da agressividade e da violência; d. Da redução da desmotivação e o aumento da motivação para as aprendizagens académicas; e. Da melhoria dos comportamentos pró sociais; f. Da melhoria dos relacionamentos intra e interpessoais; g. Da melhoria das competências sociais e emocionais; h. Da redução da ansiedade e do stress; i. Do desenvolvimento da escuta ativa, da empatia e da comunicação assertiva; j. Da legitimação das emoções

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-135384/25
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Rute de Jesus Santos
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2026 / 013 / 04-CURS AFETOS e SEXUALIDADE NO PROGRAMA DE SAÚDE ESCOLAR

Curso de Formação | Presencial

25 horas 07-05-2026 a 15-06-2026Agrupamento de Escolas Lima de Freitas

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Ensino Especial

O Decreto-Lei nº 259/2000, de 17 de outubro, incluiu a Educação Sexual nos currículos do ensino básico e secundário, integrada na área da Educação para a Saúde, com vista à promoção da saúde física, psicológica e social.

Cabe à Equipa de Promoção e Educação para a Saúde (PES) assegurar a dinamização e organização de iniciativas de complemento curricular adequadas, por forma a garantir a desenvolvimento de atividades de Educação Sexual, com enfoque nos Afetos e Educação para a Sexualidade, de inclusão obrigatória de acordo com o atual quadro legislativo e normativo.

A temática dos ‘Afetos e Educação para a Sexualidade’, parte integrante do Referencial de Educação para Saúde, publicado em junho de 2017, constitui uma oportunidade importante para reconhecer a relação entre os direitos humanos e os benefícios da Educação para a Sexualidade Compreensiva, no respeito pela diversidade de comportamentos e expressões sexuais fundamentais para a sensação geral de bem-estar, saúde física, mental e desenvolvimento pessoal e em comunidade.

A capacitação dos professores das equipas PES para a abordagem do tema pretende atuar a vários níveis, a saber: proporcionar atualização científica, aumentar a literacia em saúde, disponibilizar materiais didáticos e de aprendizagem em diversos suportes, contribuir para delinear estratégias de intervenção no agrupamento que permitam a reformulação das metodologias inerentes às ações de combate à desinformação dos jovens e à valorização da sexualidade e afetividade entre as pessoas no desenvolvimento individual, respeitando o pluralismo das conceções existentes na sociedade

Objetivos:

Apoiar professores das equipas PES/docentes/educadores na implementação do PES e do ENEC no que diz respeito ao domínio obrigatório dos Afetos e Sexualidade, na sua articulação com os restantes domínios da EC e com todas as restantes áreas curriculares e não curriculares;

Promover a atualização de competências científicas dos formandos em relação à Educação para a Sexualidade Compreensiva;

Promover a implementação de projetos de Promoção e Educação para a Saúde com foco em planificações de Projetos de Educação Sexual Compreensiva;

Divulgar conteúdos e recursos disponíveis em diversos suportes para a abordagem da temática;

Explorar dinâmicas pedagógicas variadas para exploração dos conteúdos a abordar;

Facultar sugestões de didatização de recursos, produzindo materiais que possam ser úteis à turma de formação e, futuramente, a outros colegas

Refletir sobre as práticas desenvolvidas

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Ensino Especial ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-133986/25
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Paula Cristina Barroca
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2026 / 012 / 05-CURS A Ginástica nos Primeiros Anos

Curso de Formação | B-Learning

25 horas 04-05-2026 a 23-05-2026Online e Escola secundária Du Bocage

professores dos grupos 110, 260

A Ginástica está na base de muitos dos padrões motores que irão ser mobilizados em diversas atividades físicas e desportivas, ao longo da vida. Assim, torna-se particularmente relevante que se proporcione aos alunos, desde os primeiros anos de escolaridade, a oportunidade de desenvolverem as suas capacidades gímnicas, para além de hábitos de vida saudável.

Através da realização deste curso de formação, destinado a docentes dos grupos de recrutamento 110, 260 e 620, pretendemos contribuir para a capacitação destes docentes para a abordagem da Ginástica com alunos dos diferentes anos de escolaridade.

Objetivos:

Saber estruturar os conteúdos técnicos baseados nos Padrões Motores Gímnicos (PMG’s) e suas regras mecânicas do movimento, como base transversal da ginástica;

Adaptar as particularidades do desenvolvimento da criança, nas faixas etárias de intervenção, à abordagem jogada dos 3 F’s da Ginástica (Fun, Fitness, Fundamentals)

Saber demonstrar técnicas de base/partes/detalhes dos elementos;

Saber preparar, organizar e aplicar a estrutura e conteúdos da aula, conforme a faixa etária;

Saber intervir e coordenar a intervenção dos 6 aos 9 anos e dos 9 aos 12/17;

Dominar a metodologia de formação inicial dos padrões de movimentos gímnicos (PMG’s)

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de professores dos grupos 110, 260 ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-139076/26
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Paulo Vasco Barata
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2026 / 025 / 04-ACD Medidas Universais- Aplicação, avaliação e monitorização

Ação de curta duração | Presencial

6 horas 29-04-2026 a 06-05-2026Auditório da Escola Básica da Aranguêz

Docentes do AE Sebastião da Gama- em especial DT, técnicos especializados

Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago, Setúbal | Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama, Setúbal

Capacitar os professores/DT/professores titulares de turma para que possam monitorizar a aplicação das Medidas Universais aos alunos que delas beneficiam, promovendo aprendizagens significativas, de acordo com o Decreto-Lei n.º 54/2018. Pretende-se, também, que esta aplicação seja avaliada em termos de eficácia na promoção de aprendizagens significativas.

 

Objetivos:

• Identificar o que são medidas universais;

• Reconhecer as medidas universais já existentes na prática docente;

• Ajustar estratégias pedagógicas sem recorrer a medidas seletivas.

#2026 / 025 / 04-ACD
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Ana Maria Ferreira
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Isabel Margarida Cascão
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2026 / 010 / 04-CURS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 16-04-2026 a 18-06-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

#CCPFC/ACC-137964/25
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Helena Maria Capela
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2026 / 014 / 04-CURS Educação e Património de Proximidade

Curso de Formação | E-learning

25 horas 16-04-2026 a 02-06-2026Online

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

O património cultural é, atualmente, algo cada vez mais abrangente, diversificado, identitário, dinâmico, continuamente (re)construído pelas sociedades, e, também por tudo isso, vulnerável.

A Convenção de Faro (2005) vem colocar o foco não nos bens patrimoniais em si mas nos significados, valores e vínculos que as pessoas estabelecem com eles enquanto direito humano universal, enfatizando o envolvimento de indivíduos, grupos e comunidades no reconhecimento, gestão e salvaguarda do seu património identitário comum, numa participação democrática e responsabilidade partilhada.

Por seu lado, face aos desafios globais do mundo atual, também a Agenda do Desenvolvimento Sustentável 2030 nos propõe metas e objetivos e reclama de todos nós, cidadãos, um compromisso, empoderando-nos para atuar perante os atuais desequilíbrios, que, pela sua natureza complexa afetam, naturalmente, o património cultural. 

Mas… saberemos nós reconhecê-lo, valorizá-lo e geri-lo? 

Com um carácter eminentemente prático, esta formação envolve os formandos de forma ativa, transversal e criativa na descoberta e valorização do património cultural de proximidade e do seu contributo para a identidade dos indivíduos e das comunidades. E centra-se nos processos de patrimonialização, abordando conceitos e estratégias de educação patrimonial que promovam a interculturalidade, vínculos de apropriação e valorização e uma atitude cívica ativa na sua salvaguarda.

Objetivos:

Reconhecer o património cultural como algo abrangente, multidimensional, dinâmico, identitário e, por vezes, controverso, invisível e vulnerável;

Compreender, partindo da sua própria experiência, o património cultural como um direito universal e uma construção social continuamente reconstruída através de processos de patrimonialização;

Considerar as pessoas e comunidades enquanto atores principais na definição, criação, valorização, gestão, salvaguarda e transmissão do seu património; 

Debater necessidades e benefícios da educação patrimonial face aos desafios atuais da inclusão, cidadania e desenvolvimento sustentável e implicar-se;

Descobrir e valorizar o património de proximidade para a construção de aprendizagens transversais e abordagens criativas e vinculadoras, potenciadas pela educação artística; 

Experienciar, refletir, debater e partilhar estratégias e desenhos educativos que contribuam para o envolvimento, sensibilização e participação dos mais jovens;

Valorizar as TIC como uma rede de oportunidades educativas junto dos nativos digitais;

Construir um cenário de aprendizagem sobre um património de proximidade.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-131968/24
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Mariana Teste
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Susana Maria Bicho
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2026 / 015 / 04-ACD VII Seminário Internacional Inovar Autismo: Impulsionando Direitos, Transformando Vidas

Ação de curta duração | Presencial

6 horas 13-04-2026Pavilhão Multiusos de Odivelas

Pessoal docente e não docente do Município de Odivelas

Inscrições e pagamento pelo link:

VII Seminário Internacional Inovar Autismo: Impulsionando Direitos Transformando Vidas

Qualquer dúvida contacte: equipacidi.projetos@inovarautismo.pt e 937 128 407

O VII Seminário Internacional Inovar Autismo, subordinado ao tema “Impulsionando Direitos, Transformando Vidas”, apresenta-se como uma ação de elevada relevância para docentes, na medida em que aborda, de forma integrada e atualizada, os principais desafios associados ao autismo ao longo do ciclo de vida.

A estrutura do programa contempla momentos formativos centrados na infância, adolescência e transição para a vida adulta, com enfoque em áreas críticas para a prática educativa, como o neurodesenvolvimento, a educação inclusiva, a autodeterminação, a promoção da vida independente e transição para o emprego. Estes conteúdos são trabalhados por especialistas de diferentes áreas (saúde, educação, intervenção social), promovendo uma abordagem multidisciplinar alinhada com os princípios da escola inclusiva.

Neste sentido, a ação contribui diretamente para o desenvolvimento profissional dos docentes, dotando-os de ferramentas teóricas e práticas essenciais à promoção de respostas educativas adequadas à diversidade dos alunos, em particular daqueles com perturbações do espetro do autismo.

 

Objetivos:

·         Atualizar conhecimentos científicos e pedagógicos sobre o autismo nas diferentes fases do desenvolvimento;

·         Compreender os principais desafios associados à inclusão de alunos com autismo em contexto educativo;

·         Promover práticas educativas inclusivas ajustadas às necessidades específicas dos alunos;

·         Desenvolver estratégias que favoreçam a autonomia, a autodeterminação e a transição para a vida adulta;

·         Conhecer projetos e experiências de intervenção que possam ser replicados ou adaptados em contexto escolar;

·         Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes e outros profissionais;

·         Refletir criticamente sobre o papel da escola na promoção de uma sociedade mais inclusiva.

·         Acreditação para os/as docentes, bem como certificado de participação para os/as restantes profissionais – assistentes operacionais.

#2026 / 015 / 04-ACD
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Inês Ribeiro
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2026 / 018 / 03-ACD Geodiversidade e Abordagens didáticas – Visita Guiada

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 28-03-2026Centro Cultural Costeiro, R. Aníbal Esmeriz, 1, Sesimbra

Professores do ensino básico e secundário

Esta ação pretende fazer a divulgação da geodiversidade local junto de professores para estimular a utilização do contexto local e regional em ilustração no âmbito letivo, dentro ou fora da sala de aula, bem como valorização da Reserva da Biosfera da Arrábida junto dos professores e alunos do ensino básico e secundário.

Objetivos:

Colocar a Reserva da Biosfera no quadro da formação dos alunos do ensino básico e secundário através de abordagem multidisciplinar e aprofundar o ensino da geodiversidade local e regional, possibilitando a ilustração dos conteúdos curriculares de Ciências da Natureza e Geologia com elementos da realidade local.

#2026 / 018 / 03-ACD
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Miguel Tiago Rosado
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2026 / 019 / 03-ACD Geodiversidade e Abordagens didáticas – Palestra

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 28-03-2026Centro Cultural Costeiro, R. Aníbal Esmeriz, 1, Sesimbra

Professores do ensino básico e secundário

Esta ação pretende fazer a divulgação da geodiversidade local junto de professores para estimular a utilização do contexto local e regional em ilustração no âmbito letivo, dentro ou fora da sala de aula, bem como valorização da Reserva da Biosfera da Arrábida junto dos professores e alunos do ensino básico e secundário.

Objetivos:

Colocar a Reserva da Biosfera no quadro da formação dos alunos do ensino básico e secundário através de abordagem multidisciplinar e aprofundar o ensino da geodiversidade local e regional, possibilitando a ilustração dos conteúdos curriculares de Ciências da Natureza e Geologia com elementos da realidade local.

#2026 / 019 / 03-ACD
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Miguel Tiago Rosado
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2026/009/03 CURS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 23-03-2026 a 17-06-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

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Helena Maria Capela
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2026/008/03 CRS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 18-03-2026 a 20-05-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

#CCPFC/ACC-137964/25
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Eduardo Fernandes
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2026/007/03 CRS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 17-03-2026 a 19-05-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

#CCPFC/ACC-137964/25
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Eduardo Fernandes
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ACD 2026/501/03 O RGPD em Contexto Escolar: quais os Direitos, Deveres e Práticas na Proteção de Dados Pessoais?

Ação de curta duração | E-learning

3 horas 17-03-2026online

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

A presente ACD fundamenta-se na necessidade de assegurar a execução da Lei n.º 58/2019 (RGPD) por todas as instituições e agentes intervenientes no sistema educativo português e europeu, independentemente da sua natureza (pública ou privada). No ambiente escolar, a abundância de dados pessoais de alunos e professores obriga à discussão informada sobre:

O Tratamento de Dados de Saúde e Sensíveis: O tratamento de dados de saúde (como processos de alunos com necessidades educativas específicas ou registos clínicos de docentes) rege-se pelo estrito princípio da necessidade de conhecer a informação – a realizar exclusivamente de forma eletrónica (salvo impossibilidade técnica) e com expressa autorização do seu titular, e os profissionais envolvidos estão sujeitos a um dever de sigilo e confidencialidade reforçado.

          A Proteção de Menores e Consentimento: A Lei n.º 58/2019 fixa em 13 anos a idade mínima para que o consentimento do menor seja válido no âmbito de serviços da sociedade de informação.

          Os Dados dos Docentes e Relações Laborais: O tratamento de dados pessoais dos trabalhadores para fins de gestão das relações laborais deve respeitar as finalidades definidas no Código do Trabalho. O dever de sigilo estende-se a todos os intervenientes.

          A Minimização e Publicação/Publicitação de Dados: A publicitação de documentos escolares, aplica-se o princípio da minimização. Sempre que o nome seja suficiente para identificar o titular, não devem ser publicados outros dados pessoais.

          A Responsabilidade e Sigilo Profissional: A formação é vital para prevenir o acesso indevido ou a utilização de dados de forma incompatível com a finalidade da recolha. O dever de sigilo mantém-se mesmo após o termo das funções dos profissionais que acederam à informação.

Esta proposta de ACD pretende, assim, dotar os docentes de ferramentas para conciliar a missão pedagógica com o cumprimento das obrigações de segurança e confidencialidade impostas pela autoridade de controlo nacional, a CNPD.

Objetivos:

A presente proposta visa:

  • Dotar os docentes de conhecimentos sobre o tratamento de dados pessoais em território nacional.
  • Clarificar as funções do Encarregado de Proteção de Dados (EPD) e o seu papel na sensibilização dos utilizadores.
  • Abordar as regras de consentimento de menores, especificando o limite de 13 anos para serviços da sociedade de informação.
  • Definir os limites éticos e legais da videovigilância/captação de som em escolas, restrita a perímetros externos e locais de acesso.

#2026 / 028 / 03-ACD
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Alexandre Rafael Fernandes
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2026/006/03 CRS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 12-03-2026 a 30-04-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

#CCPFC/ACC-137964/25
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Armindo Branco Serra
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2026 / 036 / 03-CURS Holocausto e Atrocidades em Massa: História, Educação e Cidadania

Curso de Formação | Presencial

15 horas 12-03-2026 a 14-03-2026Memoshoá

Professores dos grupos 400 e 410

O curso de formação enquadra-se nos estudos do Holocausto (Shoá), tomando este tema como ponto de partida para temáticas relacionadas com os Direitos Humanos. Incide no esclarecimento dos conceitos de “atrocidades em massa”, “crime de guerra”, “crime contra a humanidade”, “genocídio”, antissemitismo”, antissionismo”, “trabalho forçado”, “racismo”, anticiganismo”, entre outros, procurando refletir criticamente a sua correta aplicação em acontecimentos e contextos históricos, à luz do Estatuto de Roma (1998) e do Tribunal Penal Internacional (2002).

Para além da perspetiva histórico-temporal da II Grande Guerra, pretende-se demonstrar ainda os efeitos do Holocausto em Portugal, apesar do país não ter participado na Guerra como beligerante. Destacam-se os refugiados e a ação de Aristides de Sousa Mendes na salvação de milhares de pessoas, na sua maioria judeus perseguidos pelos nazis. 

Junta-se à vertente científica um âmbito pedagógico, com sugestões de temas e estratégias a explorar em diferentes níveis de ensino e disciplinas, bem como exemplos de Domínios de Articulação Curricular

Objetivos: 

Promover o conhecimento e a memória do Holocausto.

Enquadrar o tema do Holocausto e suas consequências nas Aprendizagens Essenciais e nas didáticas das disciplinas visadas.

Aprofundar a compreensão dos direitos humanos como valores essenciais da formação do aluno como cidadão de uma democracia plena e crítica.

Aplicar corretamente conceitos estruturantes e refletir sobre a sua abrangência.

Incentivar o pensamento crítico e a cidadania ativa, valorizando a educação na construção de uma sociedade mais justa.

Promover o desenvolvimento de competências para uma cultura democrática, contra as formas de ódio, discriminação e violência.

 

#CCPFC/ACC-138074/26
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Maria Luísa Godinho
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Nelson Abreu Bernardo
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2026/005/03 CRS C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores

Curso de Formação | E-learning

25 horas 10-03-2026 a 05-05-2026Online

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.

Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. 

Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

-Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo.

No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais.

Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

#CCPFC/ACC-137964/25
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Armindo Branco Serra
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2026/003/03 OFC Aplicações práticas da Robótica, Realidade Aumentada e Inteligência Artificial Generativa no ensino de tecnologias informáticas a alunos de cursos profissionais

Oficina de formação | B-Learning

50 horas 04-03-2026 a 27-05-20261ª sessão Escola Secundária de Palmela

Professores do Grupo 550

Esta ação visa capacitar professores para o uso pedagógico e prático de tecnologias emergentes, respondendo às exigências de um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico e dinâmico. Com o avanço acelerado da transformação digital, estas áreas desempenham um papel central na formação de  futuros profissionais, especialmente em cursos profissionais, onde a aplicação prática dos conceitos é essencial para o desenvolvimento de competências.

Esta formação adquire relevância, pois os professores participantes atuam em escolas que terão Centros Tecnológicos Especializados (CTE). Estes centros são infraestruturas inovadoras que visam modernizar a oferta formativa do ensino profissional, proporcionando aos alunos acesso a equipamentos de última geração e metodologias alinhadas com as exigências do setor produtivo, sendo crucial que os professores estejam preparados para integrá-los nas práticas pedagógicas.

A robótica e a realidade aumentada oferecem abordagens interativas e práticas, enquanto a inteligência artificial generativa possibilita o desenvolvimento de soluções criativas e personalizadas. Ao dominar essas tecnologias, os professores poderão explorar as potencialidades dos equipamentos dos CTE, promovendo o envolvimento dos estudantes e alinhando-se às competências previstas no Quadro Europeu de Qualificações.

Esta ação insere-se no plano de atividades das escolas/agrupamento de Escolas ao atender às metas  relacionadas com inovação pedagógica e ao reforço das competências digitais dos professores.

Objetivos:

Esta ação tem como principal objetivo capacitar os professores para integrar tecnologias emergentes nas práticas pedagógicas, promovendo uma abordagem mais dinâmica, interativa e alinhada com as exigências do mercado de trabalho na área da Informática.

Pretende-se que os professores adquiram competências para utilizar ferramentas de robótica, realidade aumentada e inteligência artificial generativa, adaptando conteúdos e metodologias às potencialidades dos Centros Tecnológicos Especializados que serão instalados nas suas escolas. Essa formação visa fomentar o uso de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos e resolução de problemas, transformando o ensino numa experiência prática e contextualizada.

Os efeitos esperados incluem a modernização dos materiais didáticos, com a criação de recursos digitais inovadores, e a adoção de procedimentos que promovam maior envolvimento dos alunos, preparando-os para os desafios de uma sociedade digital.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 550 ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-134875/25
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Fernanda Maria Ledesma
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2026/002/02 CRS A Inteligência Artificial Generativa (IAGen) aplicada ao ensino e aprendizagem

Curso de Formação | E-learning

25 horas 26-02-2026 a 26-03-2026Plataforma Zoom e moodle

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Desde novembro de 2022, altura em que surgiu a versão 3.5 do ChatGPT, que instituições de ensino de todo o mundo tentam perceber as profundas implicações que esta nova ferramenta de Inteligência Artificial (IA) está a trazer para todo o processo de ensino e aprendizagem. Professores, alunos e instituições estão assustados e começam por criar regras de limitação e proibição sem se terem apercebido do seu real potencial. Esse deverá ser o caminho.

A introdução de conceitos de IA numa fase inicial pode ajudar a desmistificar a tecnologia e a aliviar receios ou suposições infundadas. 

Os docentes devem aprender princípios fundamentais como o funcionamento das aplicações com IA.

Também é essencial discutir considerações éticas sobre preconceitos, transparência e responsabilidade. Os alunos precisam pensar de forma crítica sobre como a IA deve ou não ser utilizada para uma sociedade mais equitativa com oportunidades de acesso universal. 

Para além destes pressupostos mais conceptuais, a experiência prática de trabalhar com modelos e ferramentas de IA vai permitir aos professores que se tornem criadores, e não apenas consumidores, de tecnologia de IA. 

As actividades de preparação de materiais de estudo diferenciados (tendo em conta os diferentes tipos de alunos) a organização de sequências de trabalho e a construção de outros projectos que envolvem o desenvolvimento ou a interação com sistemas de IA, são atividades que hoje passaram a ser efetuadas com mais qualidade e maior rapidez graças a esta nova ferramenta.

Os professores e alunos devidamente equipados com estas ferramentas de IA conseguem com maior sucesso minimizar a desinformação e fomentar a sensibilidade ética, moldando assim o impacto da IA no seu futuro.

Objetivos:

Compreender os conceitos básicos de IA, seus benefícios e desafios para a educação e a sociedade.

Explorar as aplicações e as potencialidades da IA para melhorar as práticas de ensino e aprendizagem, personalizar o currículo e apoiar a inclusão e a equidade.

Desenvolver competências e valores humanos essenciais para interagir com a IA de forma crítica, criativa e ética, tais como pensamento computacional, resolução de problemas, colaboração e cidadania digital.

Experimentar ferramentas e recursos de IA para criar projetos educativos inovadores e significativos, envolvendo os alunos em atividades de aprendizagem baseadas em jogos, simulações e narrativas.

Refletir sobre as implicações éticas, legais e sociais da IA na educação e na vida, e promover o diálogo e a participação dos alunos e das comunidades escolares nessas questões.

Avaliar o impacto da IA na educação e no futuro do trabalho, e identificar as oportunidades e os desafios para o desenvolvimento profissional dos professores e a transformação dos sistemas educativos.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-135161/25
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Luis Filipe Pitta
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2026 / 027 / 02-ACD A Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD): Princípios e Procedimentos

Ação de curta duração | E-learning

3 horas 26-02-2026Plataforma Zoom

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

A Avaliação Externa do Desempenho Docente – AEDD constitui uma oportunidade de reflexão profissional nem sempre bem percebida, tanto de avaliados como de avaliadores. Entre as dificuldades manifestadas, a falta de preparação/formação dos envolvidos, designadamente a falta de familiarização com os objetivos e os procedimentos de supervisão pedagógica, assim como com a metodologia de observação da prática letiva são, talvez, as mais apontadas.

Malgrado as diferentes perspetivas a AEDD, a condução dos processos de avaliação externa do desempenho docente encontra-se legalmente balizada pelo modelo de vigente em todas as suas vicissitudes e oportunidades. Imperativo funcional consagrado no Estatuto da Carreira Docente, destaca o debate de ideias entre pares sobre a prática pedagógica como dimensão formativa mais relevante, desde logo pelas possibilidades de metacognição profissional sobre a prática pedagógica.

No espírito da lei (Decreto Regulamentar Nº 26/2012 de 21 fevereiro; Despacho Normativo Nº 24/2012 de 26 de outubro), a presente Ação de Curta Duração visa contribuir para a dignificação desta atividade docente, desde logo, desmistificando e clarificando o papel e as responsabilidades de cada interveniente — em particular, quanto à dimensão formativa das interações avaliador/avaliado, à desburocratização do processo e às responsabilidades legais e processuais.

Objetivos:

A presente proposta visa:

·         Dar a conhecer o enquadramento legal e as finalidades da AEDD

·         Reconhecer as fragilidades do modelo e as possibilidades de os minimizar

·         Capacitar os docentes (avaliadores e os avaliados) para uma interpretação construtiva da AEDD

·         Discutir e clarificar as etapas de avaliação e de classificação

·         Antecipar eventuais dificuldades na condução do processo

 

·         Clarificar papéis e procedimentos dos diferentes interlocutores 

 

#2026 / 027 / 02-ACD
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António Pedro Duarte
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ACD 2026/499/02 Programa Mais Contigo – Promoção da Saúde Mental e Prevenção de Comportamentos Suicidários em Meio Escolar Turma 7

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 25-02-2026Escola Secundária do Pinhal Novo

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

Exclusivo para os agrupamentos: Escola Secundária de Pinhal Novo, Palmela

A promoção da saúde mental e a prevenção dos comportamentos suicidários é sublinhada nas principais estratégias e planos de ação de saúde mental, tanto a nível internacional como em Portugal (DGS, 2013, 2015). O contexto escolar assume-se como um contexto privilegiado para a implementação de ações e programas de promoção da saúde mental e de prevenção dos comportamentos suicidários, envolvendo toda a comunidade educativa (Brás, 2013; Granello & Granello, 2007; Katz et. al, 2013; Santos et al., 2021). Paralelamente, é reconhecido que a ideação suicida e os comportamentos suicidários são comuns em idade escolar e associam-se com frequência a perturbações psicológicas passíveis de serem identificadas nas escolas por qualquer elemento da comunidade educativa, e em particular pelos professores (Granello & Granello, 2007; Miller, 2011; Shaffer & Kipp, 2014). Neste sentido, as diretrizes internacionais e nacionais defendem a implementação de programas que contemplem ações formativas que visem o combate ao estigma acerca da doença mental e comportamentos suicidários, aumentar o conhecimento sobre fatores de risco e sinais de alarme associados ao suicídio, permitindo a identificação precoce de adolescentes em risco e a referenciação para a ajuda especializada (Brás & Santos, 2014; Pompili et al., 2011).

Objetivos:

1. Combater o estigma em saúde mental;

2. Esclarecer sobre os comportamentos suicidários na adolescência;

3. Contribuir para a identificação precoce de adolescentes em risco e sua referenciação para os cuidados de saúde;

 4. Apresentar o Programa Mais Contigo: aspetos metodológicos.

#2026 / 026 / 02-ACD
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Mariana Carrega Caetano
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ACD 2026/496/02 O Triângulo Dourado da Sala de Aula

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 12-02-2026Agrupameno de Escolas José Saramago

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas José Saramago, Palmela

Numa época em que parece aumentar a agressividade no relacionamento e instalar-se um clima de maior de tensão nas escolas, esta ACD visa contribuir para, por um lado, traduzir por miúdos alguns conceitos, tantas vezes comunicados e discutidos de forma hermética (propositadamente?!) e, por outro lado, para a organização e sistematização do que, de forma mais ou menos intuitiva, os professores vão materializando nas suas práticas diárias. Simultaneamente, pretende  ajudar a reflectir sobre os constrangimentos e os desafios da profissão, com tudo o que isso implica, mas de forma a fornecer ferramentas úteis e aplicáveis à abordagem dos problemas quotidianos da gestão da sala de aula, bem como propor pistas concretas para o desenvolvimento pessoal e profissional dos professores.

O discurso sobre a indisciplina, a desmotivação e o insucesso tende a fechar-se sobre si próprio e a produzir um efeito circular e redundante (de “pescadinha de rabo na boca”) nas propostas de gestão dessas mesmas temáticas: porque não se define o que se entende por disciplina, motivação e sucesso; porque não se clarificam nem definem objectivos ou perfis de saída; porque não se questionam as premissas, as explicações “confortáveis” e as certezas “absolutas”; em resumo, porque se  procuram respostas para o problema recorrendo às mesmas ferramentas (e através dos mesmos processos) que, tantas vezes, produzem, eles mesmos, esse problema.

Objetivos:

1.       Proporcionar uma reflexão em torno dos 3 pontos enunciados, enquanto aspectos essenciais da gestão da sala de aula e da eficácia na actuação do professor enquanto tal.

2.       Confrontar as representações e o discurso com as práticas quotidianas, nomeadamente no que se refere à motivação; à promoção do sucesso escolar (num quadro de inclusão) e à disciplina.

3.     Fornecer pistas de trabalho e treinar algumas das competências associadas a cada um desses aspectos, enquanto ponto de partida para um trabalho futuro de reflexão e mudança de práticas com vista à construção de um clima de sala de aula mais positivo e mais motivador, onde se possam conjugar as aprendizagens essenciais com o treino e reforço das principais competências para o exercício da cidadania.

#ACD 2026/496/02
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José Miguel Oliveira
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2026 / 022 / 03-ACD O RGPD no Contexto Escolar: Direitos, Deveres e Práticas na Proteção de Dados Pessoais.

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 11-02-2026Escola Sec. Lima de Freitas & STREAMING

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

IMPORTANTE – AÇÃO COM POSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO STREAMING

A presente ACD fundamenta-se na necessidade de assegurar a execução da Lei n.º 58/2019 (RGPD) por todas as instituições e agentes intervenientes no sistema educativo português e europeu, independentemente da sua natureza (pública ou privada). No ambiente escolar, a abundância de dados pessoais de alunos e professores obriga à discussão informada sobre:

          O Tratamento de Dados de Saúde e Sensíveis: O tratamento de dados de saúde (como processos de alunos com necessidades educativas específicas ou registos clínicos de docentes) rege-se pelo estrito princípio da necessidade de conhecer a informação – a realizar exclusivamente de forma eletrónica (salvo impossibilidade técnica) e com expressa autorização do seu titular, e os profissionais envolvidos estão sujeitos a um dever de sigilo e confidencialidade reforçado.

          A Proteção de Menores e Consentimento: A Lei n.º 58/2019 fixa em 13 anos a idade mínima para que o consentimento do menor seja válido no âmbito de serviços da sociedade de informação.

          Os Dados dos Docentes e Relações Laborais: O tratamento de dados pessoais dos trabalhadores para fins de gestão das relações laborais deve respeitar as finalidades definidas no Código do Trabalho. O dever de sigilo estende-se a todos os intervenientes.

          A Minimização e Publicação/Publicitação de Dados: A publicitação de documentos escolares, aplica-se o princípio da minimização. Sempre que o nome seja suficiente para identificar o titular, não devem ser publicados outros dados pessoais.

          A Responsabilidade e Sigilo Profissional: A formação é vital para prevenir o acesso indevido ou a utilização de dados de forma incompatível com a finalidade da recolha. O dever de sigilo mantém-se mesmo após o termo das funções dos profissionais que acederam à informação.

Esta proposta de ACD pretende, assim, dotar os docentes de ferramentas para conciliar a missão pedagógica com o cumprimento das obrigações de segurança e confidencialidade impostas pela autoridade de controlo nacional, a CNPD.

Objetivos:

  • Dotar os docentes de conhecimentos sobre o tratamento de dados pessoais em território nacional.
  • Clarificar as funções do Encarregado de Proteção de Dados (EPD) e o seu papel na sensibilização dos utilizadores.
  • Abordar as regras de consentimento de menores, especificando o limite de 13 anos para serviços da sociedade de informação.
  • Definir os limites éticos e legais da videovigilância/captação de som em escolas, restrita a perímetros externos e locais de acesso.

 

 

#2026 / 022 / 03-ACD
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Alexandre Rafael Fernandes
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2026 / 024 / 02-ACD Corpo do Som

Ação de curta duração | Presencial

6 horas 07-02-2026 a 21-02-2026rooftop, Fórum Luísa Todi

professores de música e monitores/animadores APPACDM de Setúbal que vão integrar o FIMS, mas também aberta a todos os professores interessados

Marco Santos, artista, criador e músico ativo há mais de 20 anos, tendo a bateria, percussão e composição como o seu instrumento principal. Durante os últimos 17 anos teve a sua base entre Holanda e Portugal, vindo a Portugal com regularidade para trabalhar com vários artistas ou projetos autorais e viajando pelo mundo dando workshops e concertos colaborando com vários artistas como: Sara Tavares, Lura, João Afonso, Luis Pastor, Doudou N’diaye Rose, Haay Sacksioni, Gilles Apap, Uxia Senlle, Rui Horta, Clara Andermatt, Rui Horta, Rui Lopes Graça, Nederland Dans Theater (NDT) entre muitos outros… 

Com a sua versatilidade tem vindo a colaborar com vários artistas e festivais, no âmbito da música, dança e teatro abordando a música de várias perspectivas. Em paralelo tem se concentrado nas suas próprias criações e composições, lançando alguns álbuns autorais e em colaboração com outros. Recebendo a atenção do público e onde ganhou alguns concursos e nomeações de Jazz a nível internacional.

Através do ritmo com movimento, percussão corporal promove o “Corpo” como o principal instrumento, dando formação para músicos, bailarinos e actores. É o fundador da United Art Movement (UartM www.unitedartmovement.com) com base na Holanda, criando um evento anual desde 2015 com o objetivo principal de promover a união de várias formas de arte num só palco, e assim elogiar a arte como a melhor ferramenta para unificar pessoas. Fruto deste trabalho associativo e de programação de cruzamento disciplinar, mas também do seu percurso profissional enquanto músico, compositor e performer, é no regresso permanente a Portugal em 2022 que funda a Associação United Art Movement, sediada em Lisboa, com o fim de divulgar, programar, criar, organizar e promover atividades culturais, artísticas, pedagógicas, terapêuticas, de investigação e edição. No seio da UartM em Portugal é ainda fundador da Pulsar – Companhia do Corpo, onde promove o diálogo entre a música, dança e teatro com um único instrumento – O Corpo.

Objetivos.

-Competências de percussão corporal e expressão performativa: Como criar e explorar ritmos usando o corpo como instrumento, promovendo a expressividade artística dos alunos.

-Consciência espacial e coreográfica: Envolver o movimento como parte da criação musical, permitindo que a percussão se torne uma dança coletiva que celebra a união e a diversidade de cada participante.

-Ferramentas para engajamento ativo, a criatividade e expressão emocional das crianças: Estruturar um desfile que mantém os jovens atentos e motivados, com uma abordagem lúdica e participativa que valoriza o “jogar/brincar” como forma de criação artística, onde podem experimentar o som, o silêncio e o ritmo, encorajando-os a expressar sentimentos e pensamentos através do corpo.

-Esta formação oferece aos professores uma visão inovadora sobre a educação musical e a performance coletiva, preparando-os para liderar os ensaios dos muitos jovens de forma envolvente, dinâmica e criativa. 

#2026 / 024 / 02-ACD
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Marco Filipe Santos
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2026 / 021 / 03-ACD Caminhos de Articulação Curricular Vertical

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 06-02-2026Agrupamento de escolas Sebastião da Gama e online

Lideranças intermédias

Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama, Setúbal

Esta ação pretende promover a melhoria sustentada da prática letiva e dos resultados através da implementação de mecanismos de regulação entre pares, trabalho colaborativo e observação mútua de aulas, centrados na reflexão sobre metodologias de ensino e aprendizagem.

A presente proposta visa garantir a sequencialidade das aprendizagens e a eliminação de ruturas entre ciclos

Objetivos:

-Fomentar a articulação vertical entre docentes dos anos de transição de níveis/ ciclos (EPE/1º; 4º/5º; 6º/7º e 9º 10º Anos)

-Desenvolver práticas colaborativas de planeamento, realização e avaliação de prática letiva entre pares

#2026 / 021 / 03-ACD
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Nádia Diogo Ferreira
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2026 / 017 / 02-ACD Operacionalização da Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD)

Ação de curta duração | E-learning

3 horas 05-02-2026Plataforma Zoom

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e de Educação Especial

A Avaliação Externa do Desempenho Docente – AEDD constitui uma oportunidade de reflexão profissional nem sempre bem percebida, tanto de avaliados como de avaliadores. Entre as dificuldades manifestadas, a falta de preparação/formação dos envolvidos, designadamente a falta de familiarização com os objetivos e os procedimentos de supervisão pedagógica, assim como com a metodologia de observação da prática letiva são, talvez, as mais apontadas.

Malgrado as diferentes perspetivas, a condução dos processos de avaliação externa do desempenho docente encontra-se legalmente balizada pelo modelo de vigente em todas as suas vicissitudes e oportunidades. Imperativo funcional consagrado no Estatuto da Carreira Docente, destaca o debate de ideias entre pares sobre a prática pedagógica como dimensão formativa mais relevante, desde logo pelas possibilidades de metacognição profissional sobre a prática pedagógica.

No espírito da lei (Decreto Regulamentar Nº 26/2012 de 21 fevereiro; Despacho Normativo Nº 24/2012 de 26 de outubro), a presente Ação de Curta Duração visa contribuir para a dignificação desta atividade docente, desde logo, desmistificando e clarificando o papel e as responsabilidades de cada interveniente — em particular, quanto à dimensão formativa das interações avaliador/avaliado, à desburocratização do processo e às responsabilidades legais e processuais.

Objetivos:

A presente proposta visa:

·         Dar a conhecer o enquadramento legal e as finalidades da AEDD

·         Reconhecer as fragilidades do modelo e as possibilidades de os minimizar

·         Capacitar os docentes (avaliadores e os avaliados) para uma interpretação construtiva da AEDD

o    Discutir e clarificar as etapas de avaliação e de classificação

o    Antecipar eventuais dificuldades na condução do processo

o    Clarificar papéis e procedimentos dos diferentes interlocutores

#2026 / 017 / 02-ACD
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António Pedro Duarte
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ACD 2026/493/02 Cuidar de Quem Cuida – Bem-estar, Resiliência e relações que protegem

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 04-02-2026Auditório da escola Secundária do Pinhal Novo

Educadores de Infância, Professores dos ensinos básico, secundário e Educação Especial

Nos últimos anos, a escola tem-se afirmado como um espaço de elevada exigência emocional para os docentes, marcada por contextos educativos cada vez mais complexos, instabilidade profissional, pressão burocrática e desafios acrescidos na gestão de relações humanas.

Neste contexto, torna-se fundamental investir no bem-estar docentes, na promoção da empatia, da resiliência emocional e no fortelacimento das equipas educativas, reconhecendo que a qualidade das aprendizagens dos alunos está profundamente ligada ao equilibrio emocional, à motivação e à qualidade da presenças dos adultos na escola.

A presente Ação de Curta Direção surge como um compromisso ético com os profissionais da educação, procurando criar um espaço de reflexão, partilha e capacitação, sustentado em evidências científica e orientado para a aplicação prática em contexto escolar!

Objetivos:

-Sensibilizar para a importância do bem estar emocional dos profissionais da educação;

-Apresentar fundamentos ciêntificos sobre resiliência, emoções e autorregulação em contexto educativo;

-Reforçar o sentimento de pertença, confiança e missão coletiva nas equipas escolares;

-Dotar os participantes de estratégias práticas de autocuidado e de melhoria do clima relacional na escola

#2026 / 020 / 03-ACD
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Vânia Raquel Carvalho
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ACD 2025/486/12 A literatura infanto juvenil: desafios e Caminhos com Futuro

Ação de curta duração | Presencial

3 horas 10-01-2026Biblioteca Pública Municipal de Setúbal

Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo

A presente ação poderá ser um estimulo para a promoção e fruição contínuas e continuadas dos livros e da leitura com futuro, aliada ao facto de contar com a presença e o saber de reconhecidas personalidades no panorama literário nacional

Objetivos:

-Promover e desenvolver a prática reflexiva e o gosto pela leitura e saber;

-Desenvolver competências para o uso recorrente de livros/ álbuns infatojuvenil em contexto educativo

#ACD 2025/486/12
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Maria Sara Loureiro
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2026/001/01 CRS Liderar Pessoas Difíceis em Contexto Escolar

Curso de Formação | Presencial

15 horas 08-01-2026 a 21-01-2026Agrupamento de Escolas José Saramago

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas José Saramago, Palmela

Numa época de grande tensão geral e em particular em redor da escola e do ensino, como a que vivemos e que aumenta a frequência de situações difíceis e, muitas vezes, acentua as diferenças de personalidade e de modos de actuar, torna-se ainda mais necessário preparar e apetrechar os líderes (directores de agrupamento e outros docentes com cargos de direcção)  para uma gestão de pessoas mais eficaz. E isto, particularmente  fornecendo-lhes ferramentas para melhor gerirem a relação interpessoal, ajustarem o seu estilo de liderança às diferentes solicitações, prevenirem situações de tensão desnecessária e promoverem um clima relacional mais positivo com os diferentes actores do contexto educativo. Torna-se por demais evidente a necessidade de ajudar os líderes a reflectir sobre as suas próprias práticas e modos de comunicar/relacionar-se, no sentido de identificar formas alternativas e mais eficazes que lhes permitam desempenhar as suas funções de um modo mais tranquilo, mais produtivo e gerador de maior satisfação.

A formação nas áreas comportamentais ou relacionais, necessita de uma intervenção continuada e de reforço, de forma a possibilitar a (auto)transformação e mudança de padrões de resposta e de relacionamento interpessoal por parte dos formandos, pelo que estes momentos de reflexão e partilha, com recurso à vivência e experienciação de situações, simuladas ou retiradas da vida real, constituem-se como fundamentais no seu processo de desenvolvimento pessoal e profissional.

Objetivos

-Aquisição, treino e reforço das competências comportamentais que asseguram um melhor desempenho das funções de Liderança e que promovem um clima de trabalho positivo no seio da equipa (eliminando tensões desnecessárias e consumidoras de energia), essencialmente ao nível da comunicação eficaz e da prevenção e gestão de conflitos – mais especificamente: assertividade; comunicação não-verbal; como lidar com pessoas difíceis; empatia e escuta-activa; gestão emocional e ressonância.

Aquisição das técnicas básicas de liderança e gestão de pessoas – adequação do estilo de liderança ao nível de maturidade e desempenho de cada grupo (à fase de desenvolvimento em que se encontra, às suas características e dinâmicas específicas); aos objectivos da escola enquanto instituição (objectivos pasmados nos documentos de referência como o Projecto Educativo)

-Treinar e reforçar estratégias e ferramentas de gestão de pessoas difíceis em contexto de trabalho.

Mais se informa que a presente ação:

a)      releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial ao abrigo nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores

b)     não releva para o artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica).

#CCPFC/ACC-126472/24
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José Miguel Oliveira
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2026 / 004 / 02-OFIC Avaliação e Ensino do Voleibol e do Andebol – uma visão alinhada do currículo

Oficina de formação | Presencial

50 horas 01-01-2026 a 01-07-2026Escola secundária do Pinhal Novo

Professores dos grupos 260 e 620

Os jogos desportivos coletivos (JDC) assumem uma enorme relevância no currículo da Educação Física, sendo necessário definir e implementar procedimentos avaliativos e didáticos que favoreçam as aprendizagens.

Importa olhar para a avaliação como uma ferramenta que providencia informação contínua a alunos e professores sobre os novos passos na aprendizagem, de como fazer mais e melhor. Uma avaliação, como suporte das decisões curriculares alicerçada numa conceção de Educação Física inclusiva, emancipadora, eclética e orientada para o desenvolvimento multilateral do aluno. Uma avaliação que permita identificar problemas e favoreça a apresentação de soluções de ensino adequadas e fundamentadas.

Interessa, também, olhar para o ensino dos JDC de um modo integrado, privilegiando uma abordagem tática ao jogo, propondo formas simplificadas como contexto favorável para a sua aprendizagem, em detrimento de uma visão tradicional baseada no ensino isolado e descontextualizado das técnicas.

Pelas razões mencionadas, estão identificadas as necessidades de formação, as quais justificam, a inserção desta ação no plano de formação do Centro de Formação.

Objetivos:

Com a realização desta oficina de formação pretende-se que os professores envolvidos sejam capazes de:

– Identificar e sistematizar os problemas gerais da avaliação em Educação Física, enquanto suporte do desenvolvimento curricular baseado na escola e da melhoria das aprendizagens dos alunos.

– Identificar e caracterizar momentos críticos do processo de avaliação em Educação Física ao longo do ano letivo, bem como interpretar teoricamente as práticas e os problemas concretos da avaliação.

– Fundamentar opções teóricas de aferição das matérias de voleibol e andebol.

– Analisar problemas de aplicação de ensino do voleibol e do andebol e propor soluções fundamentadas.

– Elaborar planos de melhoria das aprendizagens destas duas matérias.

#CCPFC/ACC-134594/25
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Paulo Jorge Pereira

de resultados.

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